JAPA

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quarta-feira, 25 de março de 2015

SEMANA CAÇADEIRA


"SEMANA CAÇADEIRA

A mensagem de Jesus e da Igreja não se reduz ao mundo. Não visa sua transformação social e política, implantando paz e justiça, como equivocadamente alguns pensam.
O homem já tentou isso, não deu certo. 
Antes da vinda de Jesus Cristo, adorou “deuses”, queria aplacar a ira da natureza, estava preso a ela, buscava realizar-se nos prazeres do mundo. Frustrou-se. 
Louco na sua sabedoria, o homem foi mais longe: inventou o renascimento, o iluminismo, as revoluções francesa e russa e o cientificismo. Mais guerra, mais poderio para destruir, mais tragédia social – foi o saldo. Nada deu certo.
O homem esperançou-se por si, nada conseguiu, desastre. Enquanto estiver apegado só ao aspecto material, voltado somente para si, nada conseguirá. 
Só o tolo, isso é loucura, não compreende que o sentido das coisas, e nisto está a vida, não está nas coisas em si mesmas, mas fora delas.
A esperança que salva, como tão bem disse o Papa Emérito Bento XVI na monumental encíclica Spe Salvi, instrução que todo católico devia saber de cor, é a que redime e mostra a verdadeira libertação: Nosso Senhor Jesus Cristo.
Esperança só em Cristo. Esperança se tem pela fé. Ambas – esperança e fé – estão relacionadas, mas a fé, ao contrário do que alguns pensam, não é cega, não é arbitrária, é fundada no uso da razão.
A fé de alguma maneira é uma realidade que já existe, esse é o ensinamento de Santo Tomás de Aquino, revisionando a estupenda filosofia grega.
Na semana caçadeira, parte do período quaresmal, cacemos, sobretudo, o alimento espiritual, aprendendo que o sentido da vida está para além dela e não nela em si, foi para isso o sacrifício de Jesus Cristo."
A mensagem de Jesus e da Igreja não se reduz ao mundo. Não visa sua transformação social e política, implantando paz e justiça, como equivocadamente alguns pensam.
O homem já tentou isso, não deu certo.
Antes da vinda de Jesus Cristo, adorou “deuses”, queria aplacar a ira da natureza, estava preso a ela, buscava realizar-se nos prazeres do mundo. Frustrou-se. 
Louco na sua sabedoria, o homem foi mais longe: inventou o renascimento, o iluminismo, as revoluções francesa e russa e o cientificismo. Mais guerra, mais poderio para destruir, mais tragédia social – foi o saldo. Nada deu certo.
O homem esperançou-se por si, nada conseguiu, desastre. Enquanto estiver apegado só ao aspecto material, voltado somente para si, nada conseguirá.
Só o tolo, isso é loucura, não compreende que o sentido das coisas, e nisto está a vida, não está nas coisas em si mesmas, mas fora delas.
A esperança que salva, como tão bem disse o Papa Emérito Bento XVI na monumental encíclica Spe Salvi, instrução que todo católico devia saber de cor, é a que redime e mostra a verdadeira libertação: Nosso Senhor Jesus Cristo.
Esperança só em Cristo. Esperança se tem pela fé. Ambas – esperança e fé – estão relacionadas, mas a fé, ao contrário do que alguns pensam, não é cega, não é arbitrária, é fundada no uso da razão.
A fé de alguma maneira é uma realidade que já existe, esse é o ensinamento de Santo Tomás de Aquino, revisionando a estupenda filosofia grega.
Na semana caçadeira, parte do período quaresmal, cacemos, sobretudo, o alimento espiritual, aprendendo que o sentido da vida está para além dela e não nela em si, foi para isso o sacrifício de Jesus Cristo.
Texto Almir Moreira

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