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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Delegado Baretta diz que quatro assaltantes participaram da ação que matou o soldado segurança do filho de Wellington Dias




O delegado de homicídios Francisco Costa, o Baretta disse que quatro homens participaram da ação que resultou no assassinato do soldado Francisco das Chagas Nunes da Cruz, de 43 anos que fazia segurança do filho do governador Wellington Dias, o estudante de medicina, Vinicius Dias.
Segundo ele, por volta das 21h desta sexta-feira (06) os policiais da delegacia de homicídios foram informados de que por trás do shopping Riverside, na rua Raimundo Portela, na frente do número 523 do bairro de Fátima, zona Leste de Teresina, se encontrava o corpo do soldado da policia militar Francisco das Chagas que foi abordado por dois indivíduos em um assalto portando uma arma de fogo. No momento em que o policial se encontrava pegando pertences no interior de um veículo.
O delegado disse ainda que Pedro Henrique foi preso no Hospital Regional do Dirceu, zona sudeste de Teresina. Depois ele foi levado para atendimento médico no Hospital de Urgência de Teresina. A delegacia de homicídios em seu relatório mostra que quatro pessoas participaram da ação, Pedro Henrique Oliveira, Anderson Pipoqueiro que foi responsável por atirar contra o policial, Bruno e Francisco. O delegado Bareta disse que Pedro Henrique e Anderson abordaram o soldado, o outro assaltante ficou no carro próximo ao local e o outro ficou dando proteção aos dois. 
“Nós ainda estamos investigando o que aconteceu lá e os indivíduos que abordaram. Agora a gente está preocupado em entender os motivos. Nós estamos trabalhando desde madrugada, e estamos na rua. Tinham uns bandidos que estavam dentro do carro, que era um Celta quer tinha sido roubado em um assalto recentemente no bairro Morada do Sol, zona leste de Teresina. O veículo estava esperando os assaltantes na avenida Demerval Lobão. Vamos fazer todas as diligências possíveis”, afirmou o delegado Baretta.
Wellington Dias lamenta morte de segurança em nota
O governador do Estado, Wellington Dias divulgou uma nota lamentando a morte do policial e segurança Francisco das Chagas Nunes, assassinado durante uma tentativa de assalto ao seu filho, na noite desta sexta-feira (06), na zona Leste de Teresina.
NOTA NA ÍNTEGRA
Recebi com muita comoção e indignação a notícia do assassinato do policial Francisco das Chagas Nunes, ocorrido na noite desta sexta-feira, quando tentou evitar a ocorrência de assalto a meu filho, Vinícius Dias, que se dirigia a um círculo de oração, em uma residência na Zona Leste de Teresina.
Solidarizo-me com a família e destaco a honradez, coragem e fidelidade do policial ao seu trabalho.
A violência, infelizmente, se tornou uma doença nos últimos anos e precisa ser combatida com muito rigor. Ninguém está imune a uma tragédia desta natureza, mas o dever inevitável diante desse e qualquer outro caso é reforçar ainda mais uma luta incansável contra a bandidagem. Usaremos toda a severidade e austeridade no combate aos que banalizam a vida de nossos cidadãos.
O Governo do Estado do Piauí e a Polícia Militar prestarão toda a assistência necessária à família do policial.
Wellington Dias
Governador do Piauí
ENTENDA O CASO
O soldado Francisco das Chagas Nunes , que no momento  fazia segurança para um dos filhos do governador Wellington Dias, foi assassinado com três tiros na noite desta sexta-feira (6) nas proximidades da rua Raimundo Portela, no bairro de Fátima, na zona Leste de Teresina.
Francisco das Chagas morreu durante tentativa de assalto ao grupo de amigos de Vinicius Dias, filho mais velho de Wellington Dias, que ia para um ciclo de orações . Nunes fazia segurança da familia e de Vinícius Dias há mais de oito anos. Os suspeitos estavam em um Gol branco, que foi abandonado no bairro Dirceu. Um deles foi baleado e morto com um tiro na cabeça pelo soldado durante a ação. O filho do governador presenciou a morte do segurança junto com os jovens que iam com ele ao culto e que permaneceram no local.
O corpo de Francisco das Chagas foi encaminhado para exame cadavérico no Instituto Médico Legal (IML). O bandido ferido foi preso quando estava sendo atendido no hospital, e se chama Pedro Henrique. Ele afirmou que o seu comparsa que atirou no segurança se chama Anderson Pipoqueiro. O Major Lucena, chefe da Comunicação Social da Polícia Militar, esteve no local e declarou que estava emocionado, pois se tratava de um companheiro . O delegado Bareta que também foi ao local do crime, afirmou que irá formalizar as prisões e que dois acusados já estão presos.
O comandante da Polícia Militar, Coronel Carlos Augusto, informou que Francisco das Chagas Nunes tinha 43 anos. " O policial tentou proteger o grupo e acabou morrendo”, disse o comandante.



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